Partilhar

Com mais de 20 anos de vigência, o Sistema de Incentivos Fiscais em Investigação e Desenvolvimento Empresarial II (SIFIDE II) continua a ser um dos regimes mais atrativos à atribuição de benefícios fiscais às empresas que exerçam ou venham a exercer atividades de Investigação e Desenvolvimento (I&D) em Portugal.

Na prática, o SIFIDE II poderá intensificar o investimento em I&D nas empresas, tornando-as mais inovadoras e competitivas. De acordo com os dados publicados pela ANI, o investimento em I&D declarado pelas empresas no âmbito das candidaturas ao SIFIDE II de 2019 rondou os 1.168 milhões de euros (um crescimento de 50% em termos comparativos com o período homólogo).

Consulte em maior detalhe o Estudo Global que realizamos sobre SIFIDE, relacionando todos os indicadores desde a sua criação e futuras tendências.

Neste sentido, na próxima sexta-feira, 19 de fevereiro, às 11h vamos estar à conversa com Marta Orfão e António Valente relativamente à identificação de projetos de I&D e sobre como as organizações podem utilizar o SIFIDE para serem mais competitivas.

Este instrumento fiscal de características únicas permite criar um ambiente adequado ao aumento do investimento em projetos de investigação e desenvolvimento. A sua utilização permite recuperar até 82,5% dos custos com atividades de I&D realizadas no ano anterior, contemplando as seguintes despesas elegíveis:

  • Aquisições de imobilizado (em estado novo);
  • Remunerações de pessoal técnico;
  • Despesas de funcionamento (até 55% das despesas de pessoal);
  • Contratação de serviços de I&D, junto de entidades públicas ou reconhecidas pela ANI;
  • Aquisição, registo e manutenção de patentes;
  • Despesas com ações de demonstração;
  • Auditorias à I&D.

A apresentação de candidaturas ao SIFIDE pode ser feita, em 2021, até ao 5º mês do ano seguinte ao do período de tributação de 2020. Além disso, benefício fiscal pode ser utilizado até os 8 exercícios futuros, em caso de insuficiência de coleta.

Junte-se a nós!