Partilhar

Numa perspetiva de começar rapidamente a executar o Plano de Recuperação e Resiliência, foi aprovado pelo Conselho de Ministros um decreto-lei, que vem criar todos os mecanismos para que as agências e organismos do Estado tenham todas as condições e autonomia para uma rápida implementação.

Espera-se com este decreto-lei não só uma aceleração do processo de execução que irá contribuir para a recuperação económica do país, mas também uma simplificação dos procedimentos para que a concretização do plano seja mais célere.

O início da execução do Plano Recuperação e Resiliência parece estar mesmo para breve, com o primeiro-ministro a insistir para os empresários começarem a preparar as suas candidaturas, não ficando apenas agarrados à ideia de que o programa é apenas para a administração púbica.

António Costa pretende que os primeiros PRR sejam ainda aprovados durante a presidência portuguesa do Conselho da União Europeia, e que um deles seja o plano português. Por este motivo, insiste que se devem começar a preparar candidaturas porque o tempo para executar o plano é muito curto.

Existem 1550 milhões € para capitalizar as empresas, sobretudo pequenas e médias, por isso há que planear a forma como será aplicado o dinheiro. Neste momento o desafio está do lado das empresas, que devem avaliar bem o tipo de investimentos que pretendem fazer, de que forma estes se enquadram no plano e se podem ser executados no período que está estabelecido.

Este é momento de começar a preparar o futuro e pensar na recuperação económica do país, pois com a aprovação do decreto-lei o processo de execução não tardará.